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terça-feira, 29 de setembro de 2009

EMEDIX - CÉLULAS-TRONCO

Notícias Janeiro de  2007
Cientistas descobrem nova fonte de células tronco prontamente disponível
Fonte: Nature Biotechnology , 07/01/2007

Cientistas descobriram uma nova fonte de células tronco e a usou para criar células de músculo, osso, gordura, vaso sangüíneo, nervo e do fígado em laboratório. Os cientistas isolaram células tronco do fluído amniótico que cerca o embrião.
"Nossa esperança é que essas células forneçam uma fonte valiosa para reparo do tecido e criação de órgãos também,"disse Anthony Atala, M.D, pesquisador sênior e diretor do Institute for Regenerative Medicine da Wake Forest University School of Medicine.
Atala anunciou a inovação realizada com colegas do Wake Forest University School of Medicine e Harvard Medical School.
Atala e colegas descobriram que um pequeno número de células tronco no fluído amniótico - estimado em 1% - pode dar origem a muitos dos tipos de células especializadas do corpo humano. Os cientistas acreditam que as células tronco recentemente descobertas, às quais eles deram o nome de células tronco derivadas do fluído amniótico (AFS), podem representar um estágio intermediário entre células tronco embrionárias e células tronco adultas. Elas têm marcadores consistentes para ambos os tipos celulares.
Atala disse que começou o trabalho há sete anos atrás e que levou todo esse tempo para se certificar que tinha células tronco verdadeiras. Essas células são capazes de auto-renovação extensiva, uma propriedade definidora das células tronco. Elas também podem ser usadas para produzirem uma ampla variedade de células que podem ser valiosas para tratamento.
Uma vantagem das células AFS para possíveis aplicações médicas é a sua disponibilidade imediata. O artigo descreve como as células foram coletadas de espécimes de fluído amniótico obtidas para amniocentese, um procedimento que examina células nesse fluído para diagnóstico pré-natal de certas doenças genéticas. Células tronco similares foram isoladas "pós-nascimento" da placenta e outras membranas que são expelidas depois do parto.
Além de serem facilmente obtidas, as células AFS podem crescer em grande quantidade pois normalmente dobram a cada 36 horas. Elas também não requerem direção de outras células (chamadas "feeders") e não produzem tumores, que podem ocorrer com alguns outros tipos de células tronco. Os cientistas observaram que células especializadas geradas a partir das células AFS incluíram todas as três classes de células encontradas no embrião em desenvolvimento -chamadas ectoderma, mesoderma e endoterma. Com sua grande flexibilidade e potencial de crescimento, as células AFS se assemelham a células tronco embriônicas, que se acredita serem capazes de gerar todo tipo de célula adulta.
"A completa variedade de células que podem ser geradas pelas células AFS precisa ser determinada,"disse Atala "Até então, fomos bem sucedidos com todo tipo de célula que tentamos produzir a partir dessas células tronco. As células AFS podem produzir também células maduras que atendem testes de função, o que sugere seu valor terapêutico.
Os testes funcionais incluíram implantar células neurais criadas a partir de células AFS dentro de camundongos com uma doença cerebral degenerativa. As células cresceram e repovoaram as áreas doentes. Além disso, células ósseas produzidas a partir das células tronco foram usadas com sucesso para aumentar o tecido ósseo em camundongos, e células do fígado ficaram capazes secretar uréia que é produzida a partir da amônia.
O potencial para gerar uma ampla variedade de tipos de células maduras é a razão pela qual muitos cientistas acreditarem que células tronco podem substituir células danificadas e tecidos em condições como danos na medula espinhal, diabetes, doença de Alzheimer e derrame.

FONTE: http://emedix.uol.com.br/not/not2007jan07gen-sah-~celulastronco.php

sábado, 26 de setembro de 2009

Célula-Tronco >promessa de cura para quase todas as doenças

Polêmica

Pesquisas com células-tronco devem prosseguir?

03/03/2008 13:54
FOTO: DAVID SCHARF/GETTY IMAGES

Célula-tronco: promessa de cura para quase todas as doenças
O STF decidirá em 5 de março. É debate que mistura ciência e religião ao redor de um dilema: quando começa a vida

Em março de 2005 a Lei de Biossegurança foi aprovada pelo Congresso. Dois meses depois o procurador-geral Cláudio Fonteles entrou com ação de inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra o artigo que aprova pesquisas com células-tronco de embriões humanos. A decisão, se negativa, pode afastar o Brasil da vanguarda científica.

Acham que SIM

Células-tronco são aquelas capazes de se transformar em qualquer um dos 220 tipos de célula do corpo humano. Elas podem, em tese, agir como neurônio, osso, nervo. São, por isso, a promessa de cura para quase todas as doenças. Até agora as mais eficazes parecem ser as derivadas de embriões humanos.
Os embriões usados em pesquisas são os blastocistos, com idade de três a cinco dias, quando possuem cerca de 100 células pluripotentes – ou seja, que podem se transformar em qualquer tecido. Não se trata, portanto, de um feto com feições humanas, como se vê nos livros de medicina.
A lei prevê apenas o uso de embriões congelados há mais de três anos. Esses embriões são aqueles que não foram usados nas clínicas de fertilização. Somente quatro embriões podem ser transferidos para o útero na fertilização assistida. Os demais são congelados. “Um conjunto de oito células, que jamais será inserido em um útero, pode ser comparado a um ser humano?”, questiona enquete no blog da geneticista Mayana Zatz, no site da revista Veja.
O método embrionário não é o único para se chegar às células- tronco. Duas pesquisas simultâneas, uma no Japão e outra nos Estados Unidos, publicadas nas revistas Cell e Science, reprogramaram células da pele para funcionar como células-tronco. “Esses resultados são prematuros. As pesquisas não podem parar”, afirmou Shinya Yamanaka, da Universidade de Kioto, autor de um dos dois estudos, à agência AFP.
Entre os países que permitem pesquisas com células-tronco embrionárias estão Inglaterra, Coréia do Sul, Japão, Canadá e Israel. Nos Estados Unidos o governo federal cortou verbas para a pesquisa.

FONTE : http://revistadasemana.abril.com.br

células-tronco pluripotentes

Brasil passa a ser o quinto país a produzir células-tronco pluripotentes a partir de células não embrionárias. Os primeiros foram Japão, Estados Unidos , Alemanha e China.
A pesquisa coordenada pelo neurocientista Stevens Rehen, do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e pelo biomédico Martin Bonamino, do Instituto Nacional do Câncer (INCA), foi divulgada no último dia 24 de fevereiro. O grupo de pesquisa da UFRJ recebeu do Ministério da Saúde R$200mil, em 2005, e deve receber mais R$3 milhões, em 2009, para continuar seus estudos. Ao todo, o Ministério da Saúde investirá R$30 milhões na Rede Nacional de Terapia Celular (RNTC) neste ano. A rede visa integrar os principais grupos de pesquisa em terapia celular em atividade no país, para a a troca de experiências e colaboração científica e tecnológica.
A metodologia da pesquisa desenvolvida pela equipe esta disponível no site http://www.anato.ufrj.br/ips e traz informações que normalmente não são compartilhadas por pesquisadores estrangeiros que já dominam a técnica. A intenção é estimular a utilização da técnica por outros laboratórios do país. As células-tronco desenvolvidas – chamadas de i-Rio-1 e iPS293 – estarão disponíveis gratuitamente para a comunidade científica brasileira associada à RNTC.
Para chegar à descoberta Rehen utilizou células de rim humano. As células foram programadas com o auxílio de vírus produzidos pela equipe do INCA. O domínio da reprogramação celular garante ao Brasil a possibilidade imediata de criação de modelos inéditos para o estudo de doenças como Parkinson, esquizofrenia, cardiopatias, além de doenças genéticas como Síndrome de Down e distrofia muscular.
Leia matéria na integra na revista ABCD em FOCO.

Fonte: Revista ABCD em FOCO, AnoIX, nº37, outono 2009.
Jornalista Responsável: Renata Donaduzzi



FONTE: http://cvii.bireme.br

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

EUA aprovam teste com células-tronco de embriões

http://notícias.uol.com.br/bbc/reporter/

23/01/2009 - 09h30

EUA aprovam teste com células-tronco de embriões


A FDA (sigla em inglês para Food and Drug Administration), agência reguladora da fabricação e comercialização de medicamentos e alimentos nos Estados Unidos, autorizou uma empresa da Califórnia a realizar os primeiros testes em humanos com células-tronco retiradas de embriões também humanos.

Em anúncio feito nesta sexta-feira pela própria empresa, a Geron Corporation diz que os testes devem começar ainda no verão deste ano no Hemisfério Norte.

Os cientistas vão aplicar as células-tronco para tratar voluntários que sofreram danos graves na medula espinhal.

Os testes devem utilizar células-tronco de embriões humanos autorizadas para uso em pesquisas em agosto de 2001 pelo então presidente George W. Bush. Elas haviam sido retiradas de embriões descartados por clínicas de fertilização e já estavam disponíveis na época da autorização.

Segurança
Inicialmente, a pesquisa da Geron Corporation vai verificar se é seguro injetar células-tronco nos pacientes. Ao mesmo tempo, os cientistas também vão procurar por sinais de recuperação.

Dos dez voluntários, oito estão completamente paralisados.

Todos serão monitorados durante um ano para ver se recuperam algum movimento abaixo do ponto onde sofreram o dano.

Células-tronco são estruturas não especializadas encontradas em embriões com quatro a cinco dias de idade. Elas têm a habilidade de se desenvolver em qualquer outra célula do organismo e por isso são consideradas fundamentais em tratamentos de doenças degenerativas ou de acidentes com danos permanentes.

Para o estudo, os cientistas desenvolveram, a partir das células-tronco, células chamadas de oligodentrócitas, precursoras de células nervosas.

Thomas Okarma, presidente da Geron Corporation, disse ao canal de televisão americano CNN que a empresa não vai usar recursos federais para a pesquisa.

CÉLULAS-TRONCO UMA NOVA ESPERANÇA

http://tratamentocomcelulastronco.blogspot.com/


O que é uma célula-tronco? Célula-tronco ou célula mãe é uma célula indiferenciada, capaz de se transformar em todos os tipos de células que formam os diferentes tecidos do corpo humano. Por isso,elas são capazes também de regenerar órgãos e tecidos lesionados, promovendo a recuperação dos mesmos. Este tipo de tratamento chama-se TERAPIA CELULAR.
Quarta-feira, 29 de Julho de 2009
CÉLULAS-TRONCO

CÉLULAS-TRONCO
ESPERANÇA PARA O FUTURO DA MEDICINA
O que são células-tronco?
Surgidas a partir do desenvolvimento do zigoto, as células-tronco embrionárias têm a capacidade de gerar todos os tipos celulares existentes no organismo adulto.

O corpo humano é formado por cerca de 200 tipos distintos de células, que se juntam de diversas maneiras a fim de constituir nossos tecidos. Assim, temos células tão diferentes como as células musculares, com a capacidade de se contraírem e de realizar trabalhos mecânicos; as células nervosas, que geram e transmitem os impulsos nervosos; as células do fígado, responsáveis pela desintoxicação do organismo; certas células do pâncreas, que produzem insulina; e outras.

Todas essas células, em última análise, provêm de uma única célula inicial, resultante da fecundação de um óvulo por um espermatozóide, a chamada célulaovo ou zigoto. Ao longo do desenvolvimento embrionário, essa célula se divide e, em seguida, as células-filhas fazem o mesmo e assim por diante. À medida que ocorre essa multiplicação celular, as células-filhas vão tomando diferentes “decisões”, adquirem uma morfologia própria e se especializam numa função específica, participando dessa forma da construção do organismo.

Somos então levados à surpreendente conclusão de que o zigoto deve conter, em suas instruções genéticas, todas as informações necessárias à formação de todas essas células. E de fato, o zigoto pode ser considerado a célula-tronco prototípica, isto é, uma célula totipotente, capaz de dar origem a todos os tipos celulares existentes num organismo adulto.

Uma célula-tronco (em inglês, stem cell) é, portanto, uma célula não especializada, ou seja, que ainda não se diferenciou em nenhum tipo celular específico. Nesse sentido, o termo tronco (ou “haste”, que é o significado da palavra stem na língua inglesa) é muito adequado. Imagine uma árvore na qual o tronco principal, único, se ramifica em vários galhos, e cada galho em outros ainda mais delgados, e assim por diante até chegarmos às folhas. Essa árvore representaria então o desenvolvimento embrionário de um animal: desde o zigoto até a efetiva formação de todos os diferentes tipos celulares presentes no corpo do adulto.


Características das células-tronco
As células-tronco mostram três propriedades fundamentais: auto-renovação, proliferação e diferenciação.

Na auto-renovação, que ocorre por mitoses, as células-tronco geram cópias idênticas de si mesmas. O importante, nesse caso, é que a população dessas células pode manter seu número mais ou menos constante, mesmo quando parte delas segue o caminho da diferenciação (ou seja, o organismo mantém um “estoque” permanente daquelas células-tronco).

A proliferação, também por mitoses, garante um número adequado de células-tronco num dado local do organismo, em um determinado momento de seu desenvolvimento.

A diferenciação permite o surgimento de tipos celulares distintos, em termos morfológicos e funcionais e, por extensão, de tecidos e órgãos especializados. O processo de diferenciação é regulado pela expressão preferencial de genes específicos nas células-tronco, mas ainda não se sabe em detalhes como ocorre. Certamente, isso depende também do microambiente em que a célula-tronco está inserida — ou seja, pela influência exercida pelas células da vizinhança e pela presença (ou ausência) de variados fatores de diferenciação celular.

Algumas células do nosso corpo, como os neurônios e as hemácias, atingem um estado diferenciado e maduro e a partir de então não mais se dividem. Já algumas outras células, embora usualmente não se dividam, podem fazê-lo rapidamente quando expostas aos sinais apropriados. Um exemplo disso são as células-tronco adultas, presentes em várias partes do corpo humano, que passam a se dividir quando ocorre uma lesão naquele tecido, a fim de compensar as células perdidas.

Nem todas as células-tronco têm o mesmo potencial para a diferenciação
Já dissemos que a célula-tronco por excelência é o zigoto, porque ela é uma célula totipotente, isto é, capaz de formar tanto o embrião (e, portanto, todo o organismo adulto) como também uma estrutura extraembrionária, a placenta. O processo de clivagem (ou segmentação) do zigoto produz então, por volta do terceiro ou quarto dia após a fecundação, uma estrutura chamada mórula, composta por 16-32 células num arranjo compacto, que lembra uma amora. Nesta etapa as células que compõem o embrião ainda são totipotentes.

Etapas iniciais no desenvolvimento embrionário humano.

Por volta do quinto dia, o embrião humano encontrase na fase de blastocisto, um estágio de 32-64 células com a forma de uma esfera oca. A camada mais externa de células dessa esfera, chamada trofoblasto, dará origem aos tecidos extra-embrionários (placenta). No interior da esfera, um agrupamento de células localizado em um dos lados da cavidade (a massa celular interna ) dará origem ao embrião propriamente dito.

As células da massa celular interna já não apresentam um potencial tão completo de diferenciação quanto o das células anteriores: são capazes de dar origem a todas as estruturas do embrião, mas não aos tecidos placentários. Essas células são então consideradas células-tronco pluripotentes.

Blastocisto humano de cinco dias, mostrando o trofoblasto e a massa celular interna (ou embrioblasto).

À medida que o embrião se desenvolve, as células que o compõem mostram um potencial para diferenciação cada vez menor. Passamos então de células pluripotentes para células multipotentes (isto é, capazes de dar origem a um número menor de células especializadas) e destas para as células progenitoras (ou precursoras). As células progenitoras já não podem ser consideradas como células-tronco, pois ao se dividir não produzem outras células progenitoras similares. Ao contrário, as células resultantes da divisão adquirem uma morfologia e fisiologia próprias, especializando-se no desempenho de uma tarefa específica no organismo (células diferenciadas).

Retomando a imagem da “árvore” que fizemos anteriormente, representando o desenvolvimento embrionário até a formação de um organismo adulto, veríamos que, a partir dos galhos mais grossos (células-tronco pluripotentes), os ramos vão se bifurcando (células-tronco multipotentes) e ficando cada vez mais finos (células progenitoras), até chegarem às folhas (que representam os tipos celulares já completamente diferenciados).

Fonte: veja.abril.com.br

Dúvidas comuns


1) O que é uma célula-tronco?

Célula-tronco ou célula mãe é uma célula indiferenciada, capaz de se transformar em todos os tipos de células que formam os diferentes tecidos do corpo humano. Por isso,elas são capazes também de regenerar órgãos e tecidos lesionados, promovendo a recuperação dos mesmos. Este tipo de tratamento chama-se TERAPIA CELULAR.

2) Quais as doenças que podem ser tratadas com células-tronco hoje?
3) Porque coletar as células-tronco do sangue do cordão umbilical?
4) Quais as principais fontes de células-tronco?
5) Há quanto tempo a ciência vem utilizando o sangue de cordão umbilical como fonte de células-tronco?
6) Quanto tempo duram as célula-tronco armazenadas no CCB?
7) Como é feita a coleta do sangue de cordão?
8) A Maternidade cobra alguma coisa pela coleta?
9) Quando é que devo decidir?
10) Bebês prematuros podem coletar o sangue do cordão umbilical?
11) O que acontece se o meu parto antecipar ou nascer de madrugada?
12) O que é um banco público de células-tronco?
13) No banco público, as células-tronco são minhas?
14) Como são identificadas as amostras com células-tronco no CCB?
15) Qual é o custo pela Coleta, Processamento, Congelamento e o Armazenamento das células-tronco?
16) Há quanto tempo o CCB tem estocado sangue do cordão umbilical?
17) Se eu precisar utilizar as células-tronco, como devo proceder?
18) Se eu preservar o sangue do cordão umbilical de um filho, devo fazer o mesmo com o seguinte?
19) Se o CCB fechar, o que acontecerá com as células-tronco armazenadas?
20) O que acontece se eu parar de pagar a manutenção?
21) Moro fora do local de cobertura de vocês e gostaria de armazenar o sangue do meu filho?
22) Se eu estiver grávida de gêmeos?
23) Caso queira antecipar o pagamento da manutenção, terei desconto?
24) E se eu ainda não assinei o contrato e me decidir de última hora?

Respostas: http://www.ccb.med.br/cc_duvidas.asp

Coleta de Células-Tronco de Cordão Umbilical

Como, quando e onde começou tudo...

A primeira experiência com células-tronco no mundo, foi em 1930 quando HANS SPEMANN e JACQUES LOEB (Alemanha)– com óvulo fecundado de girino, (célula-tronco) conseguiram gerar dois girinos separando a primeira divisão de um zigoto. Fizeram também com a segunda divisão, com 4 células-tronco (1938). Após isto, lançaram o seguinte desafio:

O núcleo de uma célula diferenciada seria capaz de gerar um indivíduo adulto se for transplantado para um óvulo enucleado?

A resposta veio em 1996 com a ovelha DOLLY, que utilizou exatamente esta técnica, que precisou de 250 tentativas para obter êxito.

E 1968, foi feito o primeiro transplante de medula, isto é, o primeiro transplante de células-tronco adultas, para tratamento de leucemia, pois acreditava-se que as células-tronco, por serem hematopoiéticas (derivadas do sangue) só poderiam se transformar em células do sangue.

Em 1988, na França, foi feito o primeiro transplante de células-tronco do sangue do cordão umbilical, de uma irmã para outro, com resultados positivos, na cura de uma Anemia de Fanconi.

1998 – novembro – Dr. James Thomson – Universidade Wisconsin, em Madison/EUA – extraiu a primeira célula-tronco de um embrião descartado em clínica de fertilidade e assim criou a primeira linhagem de células-tronco de embriões do mundo. Reação de revolta no mundo por algumas entidades.

Fonte: http://www.ccb.med.br/ct_historia.asp


Postado por Sandra Domingues às 08:53